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Pare de murmurar ... e conheça o outro lado de Missões



Estamos vivendo um tempo de  murmurações e reclamações. Muitos obreiros estão queixando-se do trabalho que estão realizando,  reclamam de sua igreja, de seu pastor presidente e até do salário que recebem. Aqui deixo para todos nós uma mensagem de "uma tão grande nuvem de testemunhas", é certo que depois dessa leitura aguçada e atenta, iremos pedir perdão a Deus e a todos aqueles dos quais estamos reclamando: eis a mensagem:

Exemplos de missionários referenciais para os obreiros atuais:



João Bunyan (1628-1688) - Passou mais de 12 anos encarcerado. Na prisão passou mais da quinta parte da sua vida na idade de maior energia. Nunca esmoreceu e ali na prisão escreveu o livro de maior circulação depois da Bíblia, "o peregrino".







João Wesley (1703-1791) - Nas suas viagens andava a cavalo, como a pé, ora em dias ensolarado, ora sob chuvas, ora em temporais de neve. Durante seus 54 anos do seu ministério, andou em média mais de 7 mil quilómetros por ano. Leu mais de 1.200 tomos, quando andava a cavalo. Ao falecer, deixou no mundo "duas colheres, uma chaleira de prata, um casaco velho" e dezenas de milhares de almas salvas em épocas de grande decadência espiritual.








Jorge Whitefield (1714-1770) - Pregava nos campos porque as igrejas fecharam-lhe as portas. Foi agredido a pauladas. Atiraram-lhe pedras enquanto pregava que pensou que havia chegado a sua hora e mesmo todo ensanguentado não desistia de continuar a obra. Levava em seu corpo as marcas de Jesus. Passava noites inteiras lendo a Bíblia que tanto amava. Durante um período de 28 dias fez a incrível façanha de pregar a 10 mil pessoas diariamente, apesar de fraco de físico e de sofrer dos pulmões.






Davi Brainerd (1718-1747) - Declarou: "Adeus amigos e confortos terrestres, mesmo o mais anelados de todos. Se o Senhor quiser, gastarei a minha vida, até os últimos momentos em cavernas e covas da terra, se isso servir para o progresso do Reino de Deus". Depois de 5 anos de viagens evangelizando os índios americanos, de aflições inumeráveis e de sofrer dores incessantes no corpo, Davi Brainerd, tuberculoso e com as forças físicas inteiramente esgotadas findou sua carreira aos 29 anos de idade, contudo apesar de tudo isso fez muito mais que a maioria dos homens faz em setenta anos.



Willian Carey (1761-1834) - Durante o período de quarenta e um anos que passou na Indía nunca visitou a Inglaterra. Aprendeu mais de 30 dialetos na Indía, dirigia a tradução da Bíblia. Escreveu várias gramáticas indianas, compilou dicionários dos idioma bengali. Sua esposa não tinha interesse nos esforços do marido e enlouqueceu. Muitas vezes faltava aos seus, dinheiro e alimento. Para sustentar a família, o missionário tornou-se lavrador de terra e empregou-se em uma fábrica de anil.




Henrique Martyn (1781-1812) - Para alcançar o alvo de dar as Escrituras aos povos da Indía e da Pérsia, Martyn aplicou-se à obra de tradução dia e noite, até mesmo quando descansava e quando em viagem. Não diminuía a sua marcha quando o termômetro registrava o intenso calor de 70º nem quando sofria da febre intermitente, nem com o avanço da peste branca que ardia em seu peito. Faleceu com 31 anos de idade e gastou-se por amor a Cristo e as almas perdidas.




Adoniram Judson (1788-1850) - Magro e enfraquecido pelos sofrimentos e privações, foi conduzido entre os mais endurecidos criminosos, como gado, a chicotadas e sobre a areia ardente, para a prisão. A tradução da Bíblia no idioma da Birmânia foi conservada debaixo de seu travesseiro durante quase dois anos na prisão. Esteve preso em Ava capital da Birmânia, encerrado em um edifício sem janelas, escuro e quente, abafado e imundo em extremo. Passava o dia com os pés e mãos no tronco. As cinco cadeias de ferro pesavam tanto que levou as marcas das algemas no corpo até a morte.




Davi Livingstone (1813-1873) - Sozinho com os seus fiéis macololos, caiu trinta e uma vezes de febre nos matagais, durante um período de sete meses. Separou-se de sua família que lhe causou profunda tristeza e dor para socorrer as infelizes tribos do interior da África. Depois de 17 anos direto na África pode voltar a Inglaterra para rever sua amada família. Na sua última viagem sofria dores atrozes no corpo e teve que ser carregado pelos seus companheiros. Morreu orando no interior de uma humilde cabana de palha depois de trinta anos na África.







Vejamos algumas missionárias que deram suas vidas para propagar o Evangelho:

Charlotte (Lottie) Diggs Moon - viajou para a China em 1872 e morreu em 1912. Viveu duas vidas separadas na China. Parte do ano era gasto nas povoações fazendo trabalho evangelístico e a outra parte ela passava em Tengchow, onde treinava novos missionários, aconselhava as mulheres chinesas e lia com prazer os livros e revistas ocidentais. Escreveu inúmeros livros que abriram caminho para a sua extraordinária influência sobre a Igreja Batista do Sul dos EUA, escritos estes dirigidos às mulheres para que dessem mais apoio às missões.

Amy Carmichael - foi uma inspiração para todas as denominações no Reino Unido. Seus 35 livros descrevendo seus trinta e cinco anos na Índia, fizeram dela uma das missionárias mais queridas de todos os tempos. Seu caráter era a chave de seu sucesso para a evangelização mundial. "Tinha um caráter mais semelhante a Cristo que já encontrei", afirmou Sherwood Eddy, estadista. Ainda afirmou: "...sua vida foi a mais fragrante, a mais jubilosamente sacrificial, que já conheci..." Ela morreu em Dohanavur em 1951, aos 83 anos de idade.
                                                                                    Maude Cary - Em 1901, navegou para o Marrocos com quatro outros missionários, a fim de começar seus 50 anos de serviço. Dedicou-se intensamente ao estudo da língua marroqui. Dirigiu uma escola de línguas e ajudava os novos recrutas a se adaptarem. Aos 71 anos de idade organizou um Instituto Bíblico para ensinar jovens marroquianos do sexo masculino, houve apenas três matrículas. Em 1967 o governo marroquino fechou todo acesso às missões estrangeiras, pois eram mulçumanos. Setenta e cinco anos de serviço terminaram. As estações de rádio continuaram a transmitir o evangelho, mas a pequena igreja marroquina ficou sozinha. Logo depois a incansável missionária Maude Cary partia para estar com o Senhor. No seu funeral houve apenas dois ramos de flores, quase nenhuma lágrima, algumas pessoas, sete das quais eram ministros.


Johanna Veenstra - Durante os anos 20 a 30, entregou sua vida na África. Morava numa cabana nativa sem teto e chão de terra. Estabeleceu um internato para treinar rapazes como evangelistas, o qual chegou a matricular 25 deles de uma só vez. Ainda achava oportunidades para serviços médicos e evangelísticos. Suas viagens de vila em vila duravam várias semanas e eram realizadas em uma bicicleta. Ela era um pioneira preparando o terreno para outros. Em 1933 ela havia entrado no hospital da missão para o que julgava ser uma cirurgia de rotina, mas não se recuperou e faleceu. "De uma cabana de barro para uma Mansão nos Céus.



"E o que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando João Paton que trabalhou com os antropófagos, Hudson Taylor no interior da China, Pastor Hsi amado líder chinês, Carlos T. Studd o milionário que foi para a África, os cinco mártires da Novas Tribos, John Willians que foi morto e comido pelos antropófagos, Daniel Berg e Gunnar Vingren, homens que deixaram tudo para levarem  Cristo a este mundo indigno.

Algo está mudado em nosso dias, onde estão àqueles que realmente querem levar a glória de Deus ao mundo carente do Evangelho? E até que ponto realmente consagrariam suas vidas?

Onde está a deficiência? Nas igrejas, nas agências ou nos obreiros?

Ponto para reflexão e oração. A Deus toda glória!

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Item Reviewed: Pare de murmurar ... e conheça o outro lado de Missões Rating: 5 Reviewed By: Pr. Antonio Romero Filho