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Físicos têm dificuldade em encontrar a 'Partícula de Deus'


Um grupo de cientistas internacionais, que tenta identificar o Bóson de Higgs – também conhecido como a partícula de Deus –, o maior enigma da física moderna, indicou que a evidência da existência desta partícula que supostamente concede massa aos objectos, está cada vez mais difícil de encontrar.

O físico Howard Gordon, vice-director do programa de operações norte-americano Experimento ATLAS, referiu não existe qualquer evidência na região de baixa massa, “onde é provável que esteja”.
O Experimento ATLAS é um dos cinco detectores de partículas (junto a ALICE, CMS, TOTEM e LHCb) no Grande Colisador de Hadrões (LHC), o novo acelerador de partículas do Conselho Europeu para a Investigação Nuclear (CERN), na Suíça.

Em Julho passado, os físicos anunciaram em conferência de imprensa europeia que uma das experiências do LHC teve resultados promissores sobre a presença do Bóson de Higgs, com conclusões esperadas para o final de 2012. Caso exista, o Bóson de Higgs, descrito como a "partícula de Deus" por ser um mistério e, ao mesmo tempo, uma potente força da natureza, representa a última peça do Modelo Padrão da Física.

No entanto, os físicos não estão dispostos a descartar a possibilidade de que exista, e o acelerador de partículas ainda deve examinar uma grande quantidade de dados na frequência baixa do espectro.

O acelerador pretende reproduzir fugazmente o "Big Bang". O LHC, situado perto de Genebra, Suíça, foi criado para fazer a aceleração dos protões quase à velocidade da luz e depois destruí-los em laboratórios onde os detectores registaram os restos subatómicos.

O processo alcança temperaturas 100 mil vezes mais altas que as do Sol, emulando fugazmente as condições que prevaleceram nas fracções de segundo que sucederam o "Big Bang", que criou o Universo há 13,7 mil milhões de anos.

Buraco no Modelo

O bóson de Higgs, também chamado de Partícula de Deus, é a única partícula ainda não observada do Modelo Padrão, a teoria que explica o funcionamento geral do Universo. Ele foi proposto há mais de 40 anos para explicar a origem das massas das partículas. Os cientistas sugeriram que todas as partículas existentes não possuíam massa logo após o Big Bang. Conforme o Universo esfriou, um campo de força invisível, o “campo de Higgs”, se formou com seus respectivos bósons.

O campo permanece no cosmos e qualquer partícula que interaja com ele recebe uma massa. Quanto mais interagem, mais pesadas se tornam, enquanto aquelas partículas que não interagem permanecem sem massa. Apesar de explicar e se encaixar bem nas teorias vigentes do Universo, esta proposição tem um problema: ninguém nunca conseguiu observar os bósons de Higgs para confirmá-la.

A dificuldade é que não se sabe a massa do bóson de Higgs, o que o torna ainda mais difícil de identificar. Atualmente, os físicos buscam por ele vasculhando sistematicamente uma gama de massas dentro da qual ele deveria existir. As faixas ainda não exploradas podem ser analisadas por meio de grandes aceleradores de partículas, como o LHC, o Colisor de Hádrons do CERN.

LHC Colider faz pesquisa com átomos
LHC cria Big Bangs em miniatura, produzindo dados que  milhares de cientistas passarão anos futuros analisando.


Fonte: Ciência

Nota: "Eles voluntariamente ignoram isto:  que pela Palavra de Deus já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste" - (2 Pe 3.5).




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Item Reviewed: Físicos têm dificuldade em encontrar a 'Partícula de Deus' Rating: 5 Reviewed By: Pr. Antonio Romero Filho