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Deus tem promessas para os árabes? Lá estavam eles no dia de Pentecostes

A família de Abraão - Todos querem pertencer à família de Abraão. Mas todos os árabes são descendentes de Ismael? Quem são os verdadeiros filhos de Abraão? Os árabes que afirmam ser descendentes de Abraão por meio de Ismael também estão incluídos nas promessas de bênçãos?
O crescimento islâmico alcançou tamanha proporção que até mesmo a imprensa secular tem-se ocupado em noticiar esse fato. O islamismo tem hoje 1,2 bilhão de prosélitos no mundo e em torno de 1,5 milhão no Brasil.

Governa 50 países do mundo. Motivo pelo qual não é apenas um desafio teológico, doutrinário à fé cristã, mas também populacional e geográfico. Podemos dizer que 80% das terras bíblicas, onde viveram os pais da igreja, estão hoje tomadas pelo islamismo.

O templo que Jesus ensinou, há treze séculos, transformou-se numa mesquita, construída pelo segundo Califa Omar. Tiro e Sidom, regiões visitadas por Jesus e onde Ele abençoou a filha da mulher cananéia, hoje sul do Líbano, encontram-se sob o controle do Hezbollah.

As terras dos pais da igreja, ao norte da África, do Marrocos ao Egito foram tomadas pelo islamismo. As terras das sete igrejas do Apocalipse, hoje Turquia, vivem a mesma situação. Os lugares em que o apóstolo Paulo empreendeu a sua primeira viagem missionária sofre o mesmo drama do domínio islâmico, inclusive a Antioquia, na Síria, onde Paulo e Barnabé saíram para realizar missões.

Por esses exemplos, vemos que não é possível ler a Bíblia e ignorar o islamismo. Ele aparece embutido no primeiro Livro da Bíblia o Gênesis capitulo 16.10-12:, quando Deus fala com Agar que havia sido despedida de sua senhora Sarai, quando estava num deserto perto de uma fonte - "Disse-lhe mais o Anjo do Senhor; multiplicarei sobre maneira a tua semente, que não será contada, por numerosa que será. Disse-lhe também o Anjo do Senhor: Eis que concebeste, e terás um filho, e chamarás o seu nome Ismael (pai de todos os árabes) porquanto o Senhor ouviu a tua aflição.  
  
E ele será homem bravo; e sua mão será contra todos, e a mão de todos, contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos"

Os árabes descendentes de Ismael abraçaram o islamismo como religião oficial e cultural e consideram o seu livro sagrado o Alcorão como palavra divina, revelada sem corrupção. Os adeptos do islamismo crêem que o Alcorão foi revelado milagrosamente por Alá a Mohammad. Alegam que o profeta recebeu o livro, por etapa, em fragmentos, durante um período de 23 anos de revelações feitas por Gabriel.

Esse anjo, segundo crêem, teria deixado o Alcorão como um legado à humanidade.Fica nítida a sustentação islâmica de que de fato o Alcorão é a palavra de Deus, revelada a um profeta analfabeto sem condição de inventá-lo. Por isso no entendimento muçulmano, o que está contido no Alcorão possui autoridade e credibilidade como palavra revelada de Deus e sem corrupção. A fonte de autoridade do Alcorão é Alá, que o revelou e preservou.

O problema é que o Alcorão ensina que Ismael foi o filho da promessa (Sura 19:54; compare Sura 37:83-109 com Gênesis 22:1-19) e por isso os muçulmanos acreditam que as promessas da aliança de Deus foram feitas aos descendentes de Ismael, e não de Isaque. Maomé foi um descendente de Ismael, e assim os muçulmanos tentam reivindicar essas promessas da aliança, ou seja, a terra da Palestina. Desde que a ONU sancionou o retorno de Israel à Palestina em 1948, tem existido hostilidade incessante entre Israel e seus vizinhos árabes, com grandes conflitos armados em 1948-49, 1956, 1967, 1973-74 e 1982. Que Israel continua lá ainda hoje é um milagre em si.

Segundo algumas fontes de pesquisa, existem, no mínimo, três tipos de árabes no Oriente Médio: os jotanianos (da linhagem de Jotão, filho de Gideão), os ismaelitas (da união de Abraão com Hagar) e os queturaítas (da união de Abraão com Quetura).

Louvamos a Deus, pois milhares de árabes encontraram Jesus nestes últimos tempos. E na Bíblia, além dos versículos já mencionados, existem muitos outros que nos dão a esperança de que os árabes, eventualmente, serão salvos. Isaías 60.6,7 relata sobre um tempo em que a glória do Senhor será manifestada: “A multidão de camelos te cobrirá, os dromedários de Midiã e Efá [os descendentes de Abraão por intermédio de Quetura]; todos virão de Sabá [descendentes de Jotão]; trarão ouro e incenso e publicarão os louvores do SENHOR. Todas as ovelhas de Quedar [descendentes de Ismael] se reunirão junto de ti; servir-te-ão os carneiros de Nebaiote; para o meu agrado subirão ao meu altar, e eu tornarei mais gloriosa a casa da minha glória”.

Finalmente, quando olhamos para o Novo Testamento, lá estavam os árabes no dia de Pentecoste (At 2.11). Deus, realmente, quer que sua mensagem alcance os árabes, porque Allahu Mahabba — “Deus é amor”.

Temos de acreditar que Deus salvará os árabes, seja qual for a sua descendência. Que os milhões de árabes possam ser realmente inseridos na descendência espiritual de Abraão, por intermédio de Jesus, e que a igreja evangélica seja capaz de reconhecer e compreender as promessas dirigidas a esse povo.

Fontes: Silas Torres - ICT



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